Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
Constitucionais
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Este livro reúne textos de Condorcet escritos desde pouco antes do começo da Revolução Francesa, em 1789, até meados de 1793. Os textos aqui reunidos tratam de assuntos ligados à teoria política e constitucional ou, mais precisamente, da crítica às distintas formas existentes de despotismo; da defesa da igualdade de direitos das mulheres e dos negros; do projeto constitucional que Condorcet propõe para a França revolucionária, no qual o autor desenvolve um modelo que concilia o governo representativo com a democracia direta; e, por fim, das críticas tecidas ao projeto de Constituição Montanhesa, adotado em 1793. Esses textos discutem temas abordados em diferentes campos das ciências humanas e sociais, tais como filosofia, sociologia, ciência política, história e direito. Marie Jean Antoine Nicolas de Caritat, Marquês de Condorcet (1743-1794), foi um reconhecido matemático, estatístico e economista, tendo redigido artigos de matemática destinados ao Supplément à l’Encyclopédie. Foi eleito membro da Academia Francesa em 1782 e foi um dos fundadores da teoria da escolha social. Destacou-se no campo da filosofia política e da prática política por engajar-se na defesa do ideal republicano, da liberdade individual (costumes, imprensa, comércio), da emancipação das mulheres e dos negros e da instrução laica e universal.
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