Parou de ler? Como retomar o hábito de leitura sem culpa
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ReflexõEs sobre MúSica e Som
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Memórias e reflexões de Peter Brook sobre música, vida e arte. Nos textos curtos aqui presentes, o grande encenador britânico parte de sua própria experiência profissional – e de espectador – para discutir a importância da música na produção artística e na vida cotidiana, bem como suas relações com o teatro, o cinema, a dança e a condição humana. São histórias saborosas ocorridas em todas as partes do mundo, dentre as quais figuram, por exemplo, a narração de ensaios de musicais, a exposição de truques de encenação, descobertas estéticas surpreendentes, seus êxitos e fracassos, e a reação sempre imprevisível das plateias.
Peter Brook é um dos diretores teatrais mais conhecidos do mundo. Destacam-se, numa carreira repleta de realizações notáveis, suas montagens de Tito Andrônico (1955), com Laurence Olivier, Rei Lear (1962), com Paul Scofield, Marat/Sade (1964) e Sonho de uma noite de verão (1970), todas para a Royal Shakespeare Company. Depois de se mudar para Paris e fundar o Centre International de Recherche Théâtrale [Centro Internacional de Pesquisa Teatral] em 1970 e o Centre International de Créations Théâtrales [Centro Internacional de Criação Teatral], com o qual reabriu o Théâtre des Bouffes du Nord, em 1974, ele produziu uma série de eventos que alargaram as fronteiras do teatro, como A conferência dos pássaros (1976), Os iks (1975), Mahabharata (1985) e A tragédia de Carmen (1981), para citar apenas alguns. Seus filmes incluem O senhor das moscas (1963), Rei Lear (1970), Mahabharata (1989), Tell Me Lies (restaurado em 2013) e Encontros com homens notáveis (restaurado em 2017). É autor de diversos livros imensamente influentes, dentre os quais Reflexões sobre Shakespeare (2016) e Na ponta da língua: reflexões sobre linguagem e sentido (2019), publicados pelas Edições Sesc.
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