Literatura africana contemporânea: vozes que o mundo precisa ouvir
A literatura africana vive um momento extraordinário. De Chimamanda a Mia Couto, autores do continente estão entre os mais premiados e relevantes da atualidade.
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Os textos que finalmente são publicados no Brasil são “As artimanhas do tédio” e uma adaptação de “Le diable c’est l’ennui” (“O diabo é o tédio”), uma transcrição de um workshop ocorrido em Paris, nos dias 9 e 10 de março de 1991. “O peixe-dourado” e “Não há segredos” são adaptações de palestras dadas em Quioto quando da premiação pela Fundação Inamori, em novembro de 1991. Peter Brook nasceu em Londres em 1925, foi educado no Magdalen College, Oxford. Foi diretor da Royal Shakeaspeare Company, e atualmente dirige o Centro Internacional de Pesquisa Teatral, em Paris. Sua atuação no teatro extrapola barreiras e fronteiras, e é leitura obrigatória para estudantes, profissionais e interessados na arte de atuar. A Via Lettera também publica com exclusividade as obras de Yoshi Oida, um dos participantes do teatro de Peter Brook e como ele, tem a generosidade passar seus conhecimentos e ensinamentos.
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