Como manter a concentração durante a leitura na era das distrações
O smartphone acabou com nossa capacidade de atenção, ou será que não? Técnicas comprovadas para ler com profundidade mesmo quando o cérebro insiste em pedir estímulo a cada minuto.
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Escrito entre 20 de março de 2020 e 22 de março de 2022, o novo livro da poeta e artista plástica Tânia Ralston traz um relato muito particular dos tempos de confinamento durante a pandemia – quase como um diário poético, pontuado por ilustrações que dialogam com o texto e expandem o horizonte de sentidos da obra. Nas palavras de Carlito Azevedo, “mais que tudo no livro, e muito por conta, talvez, de nossa existência confinada, há uma reflexão sobre o próprio corpo. O corpo só, o corpo no amor, no desamor (ver o impressionante e alegórico ‘Reflexão sobre meu sentimento pós-término’). […] É um corpo cujos contornos se descobrem abertos para incorporar o mundo, como o espinho em que se pisa e que, incorporado, passa a ser um segundo esqueleto”.
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