Literatura africana contemporânea: vozes que o mundo precisa ouvir
A literatura africana vive um momento extraordinário. De Chimamanda a Mia Couto, autores do continente estão entre os mais premiados e relevantes da atualidade.
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Volgestein, um cinquentão solitário que sempre viveu protegido entre os livros de sua biblioteca, recebe inesperadamente a oportunidade de ir a Buenos Aires para um congresso sobre Edgar Allan Poe. Ali, ele tem o privilégio de conhecer seu ídolo — Jorge Luis Borges —, mas logo se verá envolvido no centro de um crime. Publicado originalmente em 2000, Borges e os orangotangos eternos foi o sexto volume da coleção Literatura ou Morte, em que a Companhia das Letras convidou escritores para escreverem sobre outros escritores célebres da literatura mundial — Luis Fernando Verissimo escolheu Jorge Luis Borges. O resultado é uma verdadeira ode à literatura e à ficção policial, escrita por um de nossos grandes mestres. A história é narrada por Vogelstein, que tem sua pacata vida sacudida pelo destino quando é convidado para um congresso da Israfel Society, formada por especialistas em Edgar Allan Poe. Desta vez a sociedade se reunirá em Buenos Aires, onde, para sua surpresa, Vogelstein conhecerá ninguém menos que Jorge Luis Borges. E, por circunstâncias criadas aparentemente pelo amor à literatura, ele se verá no centro de um crime rocambolesco envolvendo demônios arcanos e os mistérios da cabala. Sem querer, alguém poderá pronunciar certas palavras mágicas e pôr em risco a existência do mundo dos homens... “Cada texto de Verissimo apreende misteriosamente a aura da cultura coletiva que nos dá sentido, valor, olhar crítico e humor, esse jeito de ver e de sintetizar as coisas de uma vida comum que só os bons poetas e raros prosadores têm.” — Cristóvão Tezza “Verissimo possui a rara arte de tornar simples e fácil aquilo que é complexo e obscuro.” — Mia Couto
LUIS FERNANDO VERISSIMO, um de nossos escritores mais queridos e populares, nasceu em Porto Alegre, em setembro de 1936. Criador de tipos marcantes como a Velhinha de Taubaté, Ed Mort e As Cobras, seus livros já ultrapassaram os milhões de exemplares vendidos. Conquistou inúmeros prêmios literários e foi traduzido em mais de quinze países. Além disso, é torcedor do Internacional, toca saxofone e ainda é ótimo desenhista.
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