Filosofia para quem não é filósofo: os melhores livros para começar
A filosofia parece intimidadora, mas suas perguntas são as mais humanas que existem. Uma seleção de livros que tornam o pensamento filosófico acessível, relevante e fascinante.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
O Nietzsche da mitologia “germânica” dá lugar, aqui, ao filósofo refinado que de Nice, no inverno de 1883, inicia sua viagem a Cosmópolis, lugar ideal, distante das tribulações nacionais. Se em Nice ele encontra as novidades parisienses, dos psicólogos mais finos aos “romanciers de boulevard” (como Paul Bourget), desde Humano, demasiado Humano manifesta interesse pela cultura neolatina. Autores maiores e menores, “maîtres de l’heure” como Taine e Renan, contribuem para constituir a trama de uma filosofia que se distancia cada vez mais da miséria alemã e encontra em Paris, “capital do século XIX”, ao lado da dissecação analítica dos herdeiros de Stendhal, muitas naturezas tropicais, monstros, heróis, doentes da vontade. Desse material experimental, desse caos incandescente, poderá surgir o homem novo, europeu e supraeuropeu.
Giuliano Campioni ensinou História da Filosofia Contemporânea na Universidade de Lecce e de Pisa. Discípulo de Montinari, publicou ensaios e material inédito sobre a gênese da edição crítica, em suas motivações históricas e culturais. É editor responsável por completar e rever a edição italiana Colli-Montinari das Obras e da Correspondência de Nietzsche e pela nova edição dos Fragmentos póstumos 1869-1889. Organizou a publicação de Nietzsches persönliche Bibliothek. Fundou o “Centro Colli-Montinari” e faz parte da direção do GIRN. Dirige a coleção “nietzschiana” e publicou numerosos estudos sobre Nietzsche, suas fontes e sua fortuna.
Outros livros da mesma coleção
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
A filosofia parece intimidadora, mas suas perguntas são as mais humanas que existem. Uma seleção de livros que tornam o pensamento filosófico acessível, relevante e fascinante.
O aluno que lê por obrigação raramente vira leitor. Mas há formas de apresentar a leitura escolar que mudam essa equação. Veja o que a pesquisa diz e como professores estão fazendo diferente.
A guerra entre o papel e a tela não tem um vencedor único, depende do leitor e do contexto. Conheça os prós e contras de cada formato e como tirar o melhor dos dois.
Para escolas, universidades, autores e editoras