A sociedade passa por mudanças constantes, principalmente no âmbito da ciência.
No entanto, quando se trata do incremento dos conhecimentos tecnológicos, depara-se com a necessidade de preservar valores.
A ética nos entrega um comportamento geral para enfrentar os diferentes questionamentos, isso vem de séculos até hoje, com as vertentes conservadoras e liberais.
O estudo do mínimo necessário a ser preservado é reservado à bioética e, para isso, deve-se observar o tempo e o lugar em que se está, isto é, sua noção é volátil.
Para isso, existem princípios importantes a serem preservados, como autonomia, beneficência, não-maleficência e justiça. Todavia, mesmo diante disso, igualmente pelas correntes mais tradicionais e flexíveis, o debate fica, muitas vezes, infindável.
Daí a necessidade do biodireito, ou seja, normas para a concreção de comportamentos para a resolução dos diferentes problemas, tais como: personalidade jurídica do embrião, do nascituro, aborto, células-tronco embrionárias, clonagem humana, experiência com seres humanos, eutanásia, dentre outros assuntos.
No livro enfrenta-se a permissibilidade ou não de diferentes procedimentos que influenciam no ser humano, evitando-se que haja sua "coisificação".