Como montar e cumprir sua meta de leitura anual
Uma meta de leitura bem definida aumenta drasticamente a chance de você ler mais. Aprenda a calcular uma meta realista, como acompanhá-la e o que fazer quando ficar para trás.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
"Inteligência Artificial Generativa na Prática Jurídica", de Bernardo de Azevedo e Souza, apresenta uma análise contemporânea e robusta sobre o uso da inteligência artificial generativa no contexto jurídico. Com abordagem didática e acessível, a obra demonstra como a inteligência artificial tem transformado a automação de tarefas comuns aos operadores do direito, tornando esses processos mais eficientes, padronizados e seguros. Destaques: Exposição dinâmica das técnicas de interação com modelos de linguagem de IA, permitindo ao leitor compreender como a formulação de comandos específicos, técnica conhecida como engenharia de prompts, pode potencializar resultados práticos. Apresentação de exemplos concretos e orientações práticas que facilitam a incorporação da IA ao cotidiano jurídico, demostrando como estruturar fluxos de trabalho personalizados e configurar assistentes automatizados para as diversas demandas do setor. Panorama atualizado das principais plataformas de IA generativa, detalhando funcionalidades essenciais para o uso profissional, como o envio de documentos, pesquisas em tempo real, geração de imagens, automação de tarefas e uso de recursos de voz. Leitura indispensável para profissionais do Direito, advogados, estudantes, magistrados e servidores públicos.
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
Uma meta de leitura bem definida aumenta drasticamente a chance de você ler mais. Aprenda a calcular uma meta realista, como acompanhá-la e o que fazer quando ficar para trás.
Para combater o racismo, é preciso primeiro entendê-lo. Uma seleção de obras que revelam como o racismo estrutural moldou, e continua moldando, a sociedade brasileira.
O aluno que lê por obrigação raramente vira leitor. Mas há formas de apresentar a leitura escolar que mudam essa equação. Veja o que a pesquisa diz e como professores estão fazendo diferente.
Para escolas, universidades, autores e editoras