Por que alunos que leem mais vão melhor em todas as matérias
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“A revolução deve ser libertária tanto em seu meio como em seus fins e (…) se os meios forem sacrificados ou simplesmente feitos ‘para servirem aos fins’, os próprios fins serão sacrificados” Do anarquismo ao pós-anarquismo , de Saul Newman, fornece leituras propositivas de debates clássicos da crítica anarquista ao estatismo e à autoridade e suas éticas políticas. O trabalho de Newman apresenta apontamentos teóricos baseados em um pensamento político autônomo, propondo uma agitação do imaginário radical por meio de críticas incisivas e reflexões que se embasam nas proposições de Michael Hardt, Antonio Negri, Alain Badiou, Jacques Rancière e Giorgio Agamben . O livro traça um percurso pelas crises das “metanarrativas”, a crítica ao modelo figurativo e representativo, o deslocamento do sujeito e as mudanças de paradigma entre “anarquismo” e “anarquia”. A Coleção Rastilho é um processo editorial que pretende costurar o pensamento que tem se desenvolvido em torno do anarquismo contemporâneo, curando, traduzindo e editando minuciosamente um elo de formação radical aberto à paixão e ao exercício insurgente da vida. A sobinfluencia propõe, com essa coleção, a ignição de um rastro de pólvora que teve início muito antes de nosso tempo, questionando sua linearidade e inflamando as lições coletivas tecidas pelo pensamento anarquista através da prática de liberdade e responsabilidade com o pensamento presente.
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Esta edição tem 180 páginas. Escolha uma meta diária possível e ajuste o plano conforme a leitura avançar.
Ritmo tranquilo
18 dias
10 páginas por dia
Ritmo constante
9 dias
20 páginas por dia
Ritmo intenso
6 dias
30 páginas por dia
Saul Newman (London, 1972), fornece leituras propositivas de debates clássicos da crítica anarquista ao estatismo, autoridade e suas éticas políticas, traçando o um percurso pelas crises das “metanarrativas”, a crítica ao modelo figurativo e representativo, o deslocamento do sujeito e as mudanças de paradigma entre “anarquismo” e “anarquia”. Seu trabalho apresenta apontamentos teóricos baseados em um pensamento político autônomo, propondo uma agitação do imaginário radical por meio de críticas incisivas e reflexões que se embasam nas proposições de Michael Hardt, Antonio Negri, Alain Badiou, Jacques Rancière e Giorgio Agamben.
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