Poesia para quem nunca entendeu poesia: um guia sem pretensão
A maioria das pessoas acha que não entende poesia. Mas poesia não precisa ser entendida como uma equação, precisa ser sentida. Um guia honesto para quem quer dar uma chance ao gênero.
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O Sacramento do Batismo nos torna filhos de Deus: é a primeira graça que o Pai nos preparou para permitir — para nos convidar — que participássemos de sua vida. A partir de então, deveríamos ter a certeza de que não estamos sozinhos e de que jamais passaremos despercebidos. Porém muitas vezes, humanos que somos, tendemos a nos entregar às preocupações, às angústias e ao desespero, esquecendo esse Pai tão bondoso que sempre nos acolhe. Outras vezes, figuramo-lO como um pai severo, rígido, impassível, que nos aguarda de cenho franzido, pronto para nos punir pelas nossas faltas. Nenhuma dessas concepções corresponde à misericórdia infinita que Ele guarda para nós, e é isso o que Rafael Llano Cifuentes tenta explicar, nestas páginas, à nossa natureza inquieta. Por meio de meditações sobre a vida de Jesus e de diversos santos, o autor reforça que as mãos de Deus estão sempre abertas como as de um Pai que é todo bem e todo bondade; e que, buscando agir com o mesmo amor com que viveu e agiu seu Filho, encontraremos sempre repouso nessas mãos paternais.
Rafael Llano Cifuentes (1933-2017) formou-se em Direito pela Universidade de Salamanca em 1955, obtendo o doutorado nessa mesma instituição em 1956. Em dezembro de 1959, doutorou-se em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade São Tomás de Aquino (Angelicum) de Roma e ordenou-se sacerdote. Em 1961, chegou à cidade de São Paulo, onde permaneceu até 1975, quando foi um dos primeiros a começar o trabalho do Opus Dei no Rio de Janeiro. Nomeado Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro a 4 de abril de 1990, recebe a ordenação episcopal em 29 de junho do mesmo ano. Foi responsável pela Pastoral da Juventude, pela Pastoral Universitária e pela Pastoral Familiar. Foi também professor de Direito Matrimonial do Instituto Superior de Direito Canônico da Arquidiocese do Rio de Janeiro. Em junho de 2004, assumiu a Diocese de Nova Friburgo, da qual foi bispo até 2010, quando teve sua renúncia por limite de idade aceita pelo Papa Bento XVI. Foi ainda presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB entre 2003 e 2007, e presidente do Conselho Regional Leste I da CNBB de 2007 a 2011.
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