Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
Coleção HumaníStica
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Esta obra aborda elementos da antropologia agostiniana sob o prisma da relação do homem com Deus e está articulada em três capítulos. O primeiro analisa a oração que introduz a obra Solilóquios, de Agostinho, vendo nela uma expressão de como Deus se manifesta ao homem como criador e administrador providente de sua obra, e em resposta como o homem se entende como imagem e semelhança de Deus, chamado a posicionar-se livremente diante dEle. O segundo capítulo analisa a interpretação agostiniana da Parábola do Filho Pródigo, apresentada por Agostinho como paradigma da relação do homem com Deus. Deus aparece como um Pai misericordioso que, diante do afastamento (aversio) do filho, envia seu próprio Filho como possibilidade de retorno (conversio) do homem a Deus. Finalmente, o terceiro capítulo analisa o conceito de humanidade original, anterior ao pecado, entendida por Agostinho como a verdadeira expressão da natureza humana.
WALTERSON JOSÉ VARGAS, graduado em Filosofia pela PUC de Campinas (SP) e em Teologia pelo Centro de Estudos Superiores da Companhia de Jesus, em Belo Horizonte (MG), é mestre em Teologia pela Pontificia Universidad Católica de Chile (Santiago) e doutor em Filosofia pela Universidade de São Paulo (USP), com um estudo sobre Soberba e humildade em Santo Agostinho (publicado em 2014 por Edições Loyola). Entre o início de 2014 e meados de 2017 fez estágio de pós-doutorado na UFBA (Universidade Federal da Bahia), em Salvador (BA).
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