Pular para o conteúdo
Literatura Brasileira

Ciclo da Cana de açUcar

1ª Edição - 20221436 páginasGlobal Editorapt
Seja o primeiro a avaliar
Sua leitura no Lireo

Guarde este livro na sua estante

Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.

Registre seu progresso de leitura
Descubra outros leitores do mesmo livro
Participe de clubes de leitura
Organize toda sua biblioteca

Sinopse

Durante dez anos o escritor paraibano José Lins do Rego publicou uma série de cinco livros, que se denominou por “Ciclo da Cana-de-Açúcar”. Os livros retratam um importante período da nossa história justamente do declínio dos engenhos de açúcar nordestinos. Agora com novas capas e conceito gráfico, além de todos os livros conterem material extra exclusivo sobre cada obra, a Global Editora lança os 5 livros reunidos. Em Menino de engenho (1932) começamos a acompanhar a vida do Carlos em meio ao ambiente do engenho do seu avô e suas percepções do mundo da cana-de-açúcar. O livro Doidinho(1933) se refere ao apelido do Carlos já no internato e seus dramas de adolescente. Após sair do engenho, Carlos chega a vida adulta em Banguê (1934) esta obra retrata o contraponto entre a nova realidade do Brasil e a situação dos engenhos de açúcar. Em Usina(1936) temos a decadência dos engenho e o surgimento de novas maquinarias, as usinas. Fogo Morto(1943) a obra prima do autor traz toda uma síntese deste período, com personagens marcantes e situações do fim deste ciclo.

Sobre José

José Lins do Rego Cavalcanti foi um escritor brasileiro que, ao lado de Graciliano Ramos, Érico Veríssimo, Rachel de Queiroz e Jorge Amado, figura como um dos romancistas regionalistas mais prestigiosos da literatura nacional. Segundo Otto Maria Carpeaux, José Lins era "o último contador de histórias". Seu romance de estreia, Menino de Engenho (1932), foi publicado com dificuldade, todavia logo foi elogiado pela crítica. José Lins nasceu na Paraíba; seus antepassados, que eram em grande parte senhores de engenho, legaram ao garoto a riqueza do engenho de açúcar que lhe ocupou toda a infância. Seu contato com o mundo rural do Nordeste lhe deu a oportunidade de, nostálgica e criticamente, relatar suas experiências através das personagens de seus primeiros romances. Lins era ativo nos meios intelectuais. Ao matricular-se em 1920 na Faculdade de Direito do Recife ampliou seus contatos com o meio literário de Pernambuco, tornando-se amigo de José Américo de Almeida (autor de A Bagaceira). Em 1926, partiu para o Maceió, onde se reunia com importantes nomes, Graciliano Ramos, Rachel de Queiroz, Aurélio Buarque de Holanda e Jorge de Lima. Quando partiu para o Rio de Janeiro, em 1935, conquistou ainda mais a crítica e colaborou para a imprensa, escrevendo para os Diários Associados e O Globo. É atribuída a José Lins do Rego a invenção de um novo romance moderno brasileiro. O conjunto de sua obra é um marco histórico na literatura regionalista por representar o declínio do Nordeste canavieiro. Alguns críticos acreditam que o autor ajudou a construir uma nova forma de escrever fundada na "obtenção de um ritmo oral", que foi tornada possível pela liberdade conquistada e praticada pelos modernistas de 1922. Sua magnum opus, Fogo Morto (1943), é vista como o "romance dos grandes personagens".[9] Massaud Moisés escreveu que esta obra-prima de José Lins "é uma das mais representativas não só da ficção dos anos 30 como de todo o Modernismo".

Detalhes do livro

Título
Ciclo da Cana de açUcar
Autor
José Lins do Rego
Editora
Global Editora
Ano
2026
Páginas
1436 páginas
Idioma
PT
ISBN-13
9786556121598
Edição
1ª Edição - 2022
Formato
Brochura

Coleção

Outros livros da mesma coleção

Mais de José

Outros livros de José Lins do Rego

Literatura Brasileira

Livros na mesma categoria

Blog Lireo

Dicas e recomendações para leitores

Soluções institucionais

Para escolas, universidades, autores e editoras