Os melhores livros de psicologia para entender a mente humana
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Volume Vi
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Segundo Afrânio Coutinho, “a literatura é uma arte, a arte da palavra, isto é, produto da imaginação criadora”. Com um conhecimento profundo sobre o ofício, Coutinho se tornou um dos maiores contribuidores para a historiografia da literatura brasileira e durante sua trajetória, fez um estudo minucioso sobre o assunto, resultado que pode ser visto na coletânea A literatura no Brasil, dividida em seis volumes – que chega na Global Editora com edições repaginadas e atualizadas. Do romantismo ao realismo brasileiro, Afrânio Coutinho organizou a coletânea de forma que ela ressalte a importância e as características da literatura do nosso país, entendendo como a mesma explora assuntos históricos, dos costumes e das tradições populares, se tornando uma arte madura nos anos 1950 do século XX. Com a Era Modernista em pauta, o quinto volume tem ensaios que tratam dos seguintes temas: “A revolução modernista”, por Mário da Silva Brito; “O modernismo na poesia”, por Péricles Eugênio da Silva Ramos; “Vanguardas”, por Albertus da Costa Marques, Mário Chamie, Álvaro Sá, Joaquim Branco; “O modernismo na ficção”, com artigos de A. Coutinho, Dirce Côrtes Riedel, J. Alexandre Barbosa, Luís Costa Lima, Sônia Brayner, Antônio Olinto, Adonias Filho, Walmir Ayala, Bandeira de Melo e Ivo Barbieri; “A crítica modernista”, por Wilson Martins e A. Coutinho. Os seis volumes são vendidos separadamente, mas também podem ser adquiridos no formato de BOX. Juntos, os livros apresentam os ensaios fundamentais para o mais completo estudo da literatura brasileira, sempre com direção de Afrânio Coutinho e codireção de Eduardo Coutinho, e com uma diversidade de abordagens sobre a nossa literatura dos mais eminentes estudiosos brasileiros.
Nasceu em Salvador, BA, em 15 de março de 1911. Formou-se em Medicina em 1931. Não seguiu a carreira, mas exerceu a função de professor do ensino secundário e de bibliotecário até 1942. Após cinco anos nos Estados Unidos, trabalhando como redator-secretário da revista Seleções do Reader’s Digest, foi nomeado professor catedrático de literatura no colégio D. Pedro II. Em 1948, inaugurou, no Suplemento Literário do Diário de Notícias, a Seção Correntes Cruzadas, que manteve até 1961, debatendo problemas de crítica e teoria literária. Em 1940, publicou seu primeiro livro de crítica: A Filosofia de Machado de Assis. Recebeu em 1962 a posse da Cadeira nº33 da Academia Brasileira de Letras. Em 1967, consegue criar a Faculdade de Letras da UFRJ e foi seu primeiro diretor, função que exerceu até 1980, quando se aposentou. Durante a sua vida construiu uma vasta biblioteca particular, que se tornou a base para a criação, em 1979 da Oficina literária Afrânio Coutinho (Olac).
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