Os melhores livros de neurociência para leigos curiosos
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Volume Ii
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Segundo Afrânio Coutinho, “a literatura é uma arte, a arte da palavra, isto é, produto da imaginação criadora”. Com um conhecimento profundo sobre o ofício, Coutinho se tornou um dos maiores contribuidores para a historiografia da literatura brasileira e durante sua trajetória, fez um estudo minucioso sobre o assunto, resultado que pode ser visto na coletânea A literatura no Brasil, dividida em seis volumes – que chega na Global Editora com edições repaginadas e atualizadas. Do romantismo ao realismo brasileiro, Afrânio Coutinho organizou a coletânea de forma que ela ressalte a importância e as características da literatura do nosso país, entendendo como a mesma explora assuntos históricos, dos costumes e das tradições populares, se tornando uma arte madura nos anos 1950 do século XX. O segundo volume explora a Era Barroca e a Era Neoclássica, com artigos assinados pelo autor e mais: “As origens da poesia”, por Domingos Carvalho da Silva; “Antônio Vieira”, por Eugênio Gomes; “Gregório de Matos”, por Segismundo Spina; “O mito do ufanismo”, por E. Gomes; “A oratória sacra”, por Carlos Burlamáqui Köpke; “O movimento academicista”, por José Aderaldo Castelo; “Neoclassicismo e arcadismo”, por A. Coutinho; “A literatura do Setecentos”, por Antônio Soares Amora; “Arcadismo”, por Waltensir Dutra; “Prosadores neoclássicos”, por Cândido Jucá F.; “Do neoclassicismo ao romantismo”, por Luís Costa Lima. Os seis volumes são vendidos separadamente, mas também podem ser adquiridos no formato de BOX. Juntos, os livros apresentam os ensaios fundamentais para o mais completo estudo da literatura brasileira, sempre com direção de Afrânio Coutinho e codireção de Eduardo Coutinho, e com uma diversidade de abordagens sobre a nossa literatura dos mais eminentes estudiosos brasileiros.
Nasceu em Salvador, BA, em 15 de março de 1911. Formou-se em Medicina em 1931. Não seguiu a carreira, mas exerceu a função de professor do ensino secundário e de bibliotecário até 1942. Após cinco anos nos Estados Unidos, trabalhando como redator-secretário da revista Seleções do Reader’s Digest, foi nomeado professor catedrático de literatura no colégio D. Pedro II. Em 1948, inaugurou, no Suplemento Literário do Diário de Notícias, a Seção Correntes Cruzadas, que manteve até 1961, debatendo problemas de crítica e teoria literária. Em 1940, publicou seu primeiro livro de crítica: A Filosofia de Machado de Assis. Recebeu em 1962 a posse da Cadeira nº33 da Academia Brasileira de Letras. Em 1967, consegue criar a Faculdade de Letras da UFRJ e foi seu primeiro diretor, função que exerceu até 1980, quando se aposentou. Durante a sua vida construiu uma vasta biblioteca particular, que se tornou a base para a criação, em 1979 da Oficina literária Afrânio Coutinho (Olac).
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