Pular para o conteúdo
Psicologia e Psicanálise

A Fadiga Crônica - Neurastenia

As Doenças do Século

1ª Edição - 2004256 páginasCompanhia de Freudpt
Seja o primeiro a avaliar
Sua leitura no Lireo

Guarde este livro na sua estante

Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.

Registre seu progresso de leitura
Descubra outros leitores do mesmo livro
Participe de clubes de leitura
Organize toda sua biblioteca

Sinopse

Enorme fadiga física e intelectual, incapacidade para estudar, para concentrar-se, para memorizar. Sensações e mal estares diversos como anuviamento da mente, sentir-se embotado. Grande necessidade de dormir. Minha investigação sobre a fadiga crônica, se esteve sustentada pelo que pude escutar em meu consultório, centrou-se na interrogação do quadro pintado por Sibylle Lacan para seu pai. Este quadro foi o que levou Lacan a dizer-lhe: "no século dezenove, diriam que você era neurastênica". Destaco: "quadro pintado". Efetivamente, creio que trata de mimese; imitação da tristeza sustentada por algum traço tomado da imagem do pai. O mimetismo é posto e suspenso, detenção do ato no gesto. Um gesto é algo fetio pra deter-se e ficar em suspenso. O gesto, com gesto, inscreve-se em um antes antes do ato. É esta temporalidade particular, definida pelo termo "detenção", que nos permite distinguir gesto e ato. Porém também destaco: "quadro pintado para". Isto quer dizer que não é sem o Outro, aquele a quem a mensagem se dirige. Se para a Freud a cura das neuroses atuais pareceu que não dependia da análise mas de mudanças nas relações onde se desfaz o estatuto do objeto, ou seja, o terreno onde este se destaca. Reunamos as duas afirmações que acabo de fazer - gesto em lugar de ato que permanece impelido + mensagem dirigida ao Outro para que corrija o tiro - e nos encontramos no terreno do que, justamente Lacan denominou "zona de relação": o acting out. O acting out é o âmago da transferência. É a transferência selvagem, transferência sem análise; enquanto o acting out sem análise é a transferência. A questão é como organizar a transferência, como domesticar a transferência selvagem, "como fazer entrar o elefante selvagem no cercado, com pôr o cavalo para dar voltas no picadeiro." Trata-se definitivamente, de que um dizer que não fala comece a falar.

Planeje no seu ritmo

Quanto tempo leva para ler A Fadiga Crônica - Neurastenia?

Esta edição tem 256 páginas. Escolha uma meta diária possível e ajuste o plano conforme a leitura avançar.

Ritmo tranquilo

26 dias

10 páginas por dia

Ritmo constante

13 dias

20 páginas por dia

Ritmo intenso

9 dias

30 páginas por dia

Detalhes do livro

Título
A Fadiga Crônica - Neurastenia
Autor
Pura H. Cancina
Editora
Companhia de Freud
Ano
2004
Páginas
256 páginas
Idioma
PT
ISBN-13
9788585717834
Edição
1ª Edição - 2004
Formato
Brochura

Psicologia e Psicanálise

Livros na mesma categoria

Sua vida de leitura

A leitura de A Fadiga Crônica - Neurastenia pode continuar na Lireo

A Lireo é uma plataforma para organizar sua estante, registrar páginas e impressões, publicar resenhas e encontrar pessoas que estão lendo os mesmos livros.

Blog Lireo

Dicas e recomendações para leitores

Soluções institucionais

Para escolas, universidades, autores e editoras