Os melhores livros paradidáticos para o ensino médio
Uma seleção dos paradidáticos mais usados em escolas brasileiras, por disciplina, faixa etária e nível de leitura. Para professores que querem fazer o aluno querer ler o livro indicado.
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Um inexplicável evento acontecido dentro de um lixão inicia um desastroso ciclo de violência. Dias depois, uma Veraneio policial é recebida em Manaus por seis homens ligados a um segredo. Por muito tempo, eles aterrorizam nas ruas da cidade, mas chega o momento de se confrontarem com a Justiça. O motorista, José Macário, mas rebatizado para Zé Biela, é escolhido e aceita ser o bode expiatório em troca de uma promessa, mas o que ganha é traição. Vinte e cinco anos depois, a roda do destino se move. Libertado da prisão, José Macário sai em busca dos retalhos de sua vida. Caminhando pelas ruas, encontra um rosto do passado. O alerta de perigo soa na sala de monitoramento do SIVAN/SINDACTA. Uma tempestade sem precedentes se aproxima de Manaus, carregando energias jamais vista. João Martins se lembrava do lugar. Memórias amargas. Datavam de uma época louca, de violência, morte e destruição. Ele estava no auge da força, jovem, selvagem, brutal. Formavam um grupo de homens que conheceram as nuances da carne, do sangue e da dor. Naquele depósito onde outro sujeito, perverso, requintado nas maldades que praticava, guardava souvenires do inferno.” “Lá estava outra vez a recordar de fatos guardados na cloaca de dejetos que era a própria cabeça, no local mais profundo do cérebro, arquivo de suas deploráveis memórias. Quando o tempo foi deixando o peso da consciência mais leve, quando o grupo ao qual pertencia diluiu-se, pôde refletir sobre os horrores que impuseram à cidade.”
CÉLIO MARQUES nasceu em 12 de maio de 1972 na cidade de Manaus, capital do Amazonas. Seu interesse pela ficção científica, horror, terror e fantasia começou com as revistas que seu irmão Sérgio Henrique comprava, frequentemente escondidas da avó Filismina: Spektro, Cripta, Arrepio, Neuros. Além disso, suas aventuras favoritas incluíam Simbad, Indiana Jones, e histórias com tubarões e piranhas. Esta combinação única de influências incluía centauros, genética, armas biológicas, górgonas, mantícoras, Kali com muitos braços, pirâmides, templos, magos e feiticeiros, inspirando sua imaginação desde jovem. Aos domingos, e em cada repetição dessas aventuras, ele misturava magia com ciência, Jedi e a frota estelar, explorando planetas distantes e florestas perdidas. Mais tarde, também se apaixonou pelas aventuras de Santos e sua máscara, monstros borbulhantes e vilões impossíveis. Mesmo as lendas urbanas começaram a suplantar os contos da floresta e dos rios em sua imaginação. Todo esse universo caótico e multifacetado, por vezes bucólico e rural, serviu de base para a criação de suas próprias histórias na cidade que tanto ama. Além de escritor, Célio é funcionário público na Polícia Civil do Amazonas, onde trabalha como investigador. Anteriormente, foi professor de matemática e ciências biológicas na rede pública estadual e municipal. Ele também ganhou um concurso de contos na tríplice fronteira Brasil-Colômbia-Peru e participou de várias antologias, incluindo "Love: contos hot" organizada por Thaisa Lima, "O misterioso caso da Royal Street" organizada por Marcelo Felix, "Abyssal: terror nas profundezas" organizada por J. C. Gray, e "A era dos mitos" organizada por Rômulo Baron, todas publicadas pela Lura Editorial.
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