Como ler clássicos da literatura sem sofrer
Clássicos intimidam. Linguagem difícil, contexto histórico distante, narrativa lenta. Mas há estratégias que tornam essa leitura não só suportável, mas prazerosa. Guia prático para iniciantes.
Amor, Saudade
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Tente devagar inspirar o ar No mesmo passo, suavemente, o expirar Verá que o novo “sentimento” de imediato se fará notar E, quão delicioso observar as pálpebras sobre cada olhar debruçar Com olhos então fechados, o sonhar começa Como no início, nenhuma pressa A viagem dos pensamentos (esta sim) corre por segundos Envoltos nos sentimos sob um Céu azul acariciando amigos pelo Mundo Ah! Que bom! Em minutos sonhamos Desejos a desejar? Todos aqueles que (para nós) desejamos Voando, vibramos por passarmos por todas as “Estações do Ano” E belas, palavras, para cada um visitado! Oh! Como eu te amo! Na “volta”, o expirar bem devagar Tal qual a tranquilidade da mãe aos filhos amamentar Colocando-os no “colo”, no “peito”, no “berço” Esbanjando agradecimentos pelos “passos” desde o começo O semblante vitorioso, eufórico, volta a sorrir Deixando de lado a triste ideia do partir Aflora o novo “sentimento” agora... imensa gratidão Parece que não, mas quão mais suave bate o “novo” coração Assim, essa viagem poética tão boa Não surgiu do meu interior à-toa A intenção é de que você possa seguir sorrindo, apreciando os versos, os poemas E, quem sabe lá, se em alguma história de amor experimentou ter vivido em algum tema
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