Como ler clássicos da literatura sem sofrer
Clássicos intimidam. Linguagem difícil, contexto histórico distante, narrativa lenta. Mas há estratégias que tornam essa leitura não só suportável, mas prazerosa. Guia prático para iniciantes.
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Martha Maria Pimentel de Rezende Martins sempre gostou de ler e escrever. Ganhou dois significativos prêmios: de Literatura Infanto-Juvenil do INLIJ e o de Contos da SUAM, que lhe proporcionaram a primeira viagem ao exterior. De espírito irrequieto e muitas perguntas no coração, não se contentou com o belo emprego de Secretária Executiva na Diretoria da NUCLEN e, em 1976, pediu demissão. Foi para a Puna, na Índia, onde se tornou discípula do grande Mestre Osho. Na volta, iniciou uma enriquecedora peregrinação que durou mais de trinta anos. Quando as perguntas desapareceram e as respostas se tornaram irrelevantes, carregando na alma um grande amor pela vida e sua verdade silenciosa, construiu uma casinha e se propôs a terminar os livros, cujos personagens pacientemente a aguardavam com seus mistérios. A autora é tataraneta do Marquês de Valença e de sua digníssima esposa, D. Ilídia Mafalda.
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