Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
Um Estudo na Comunidade São Francisco do Iratapuru/Amapá
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Este livro é fruto de uma pesquisa de mestrado realizada na Comunidade São Francisco do Iratapuru/AP. A intencionalidade do estudo nasce do entrelaçar da minha vida com a vivência de processos educativos – filha da Amazônia amapaense, nascida pelas mãos de parteiras tradicionais, mulheres que carregam em si o dom, o cuidado e a sabedoria popular. Trago no corpo as marcas das heranças culturais que moldam minha identidade, meu pertencimento e minha resistência diante das desigualdades que ainda atravessam mulheres, crianças, jovens e homens de nossos territórios. O Itinerário de Pesquisa Freiriano evidencia, nas narrativas intergeracionais, um corpo-território que cria, dança, luta, brinca e sonha. Essas histórias manifestam saberes culturais e corporais, modos de viver que preservam identidades e reafirmam o legado das conquistas e desafios das populações extrativistas. Este livro é um chamado à leitora e ao leitor a amazonizar mentes e corações e reconhecer um território que se revela para além dos estereótipos. Entre rios e estradas, há histórias e esperanças que seguem vivas, mais sensíveis, mais humanas, mais comunitárias, e que nos convidam a sentir, aprender, humanizar e transformar.
Mãe e professora. Licenciada em Educação Física pelo Centro de Ensino Superior do Amapá (CEAP) e em Pedagogia pelo Centro Universitário Unicesumar. Especialista em Docência e Gestão do Ensino Superior pela Faculdade Estácio de Sá (2020). Mestra em Educação Física pela Universidade São Judas Tadeu (PGEDF/SP), na linha de Estudos Socioculturais e Pedagógicos da Educação Física Escolar (2023/2025), com bolsa CAPES. Professora efetiva de Educação Física do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT) no Instituto Federal do Amapá (IFAP). Como professora e pesquisadora, dedica-se a estudos qualitativos em Educação Popular, Educação Física Escolar, cultura amazônica, saberes comunitários e práticas corporais tradicionais, com enfoque em metodologias freireanas. Na área da Educação Física, defende práticas educativas em uma perspectiva progressista, com metodologias dialógicas e problematizadoras, comprometidas com a formação humana integral e contextualizada, compreendendo a educação como prática sociocultural de libertação e transformação. Integra o grupo de pesquisa Abordagens Qualitativas e/ou Participativas na Educação Física na Interface com Educação, Promoção da Saúde e Ambiente, da Universidade São Judas Tadeu/SP, bem como o Laboratório de Alfabetização Corporal (LAC), da Universidade Federal do Piauí, que compreende a alfabetização corporal como um processo formativo que se inicia na Educação Infantil e se estende ao longo de toda a vida.
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