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Ciências Humanas

Revista Continente - Nº 269

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1ª Edição - 2023Cepe *pt
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Sinopse

O Recife continental Em março e abril, convidamos nossos leitores a percorrerem conosco os bairros fundadores do Recife. Inicialmente, caminhamos ao lado do jornalista Romero Rafael pelo Bairro do Recife; depois foi a vez da poeta Odailta Alves nos levar por um passeio pela chamada Ilha de Antônio Vaz, mais especificamente pelos bairros de São José e Santo Antônio. Agora, encerramos a série percorrendo junto ao escritor e jornalista Homero Fonseca o Bairro da Boa Vista. Nesses percursos, os autores foram acompanhados pelos desenhos do artista visual Jeims Duarte, que assina a capa desta edição. “Até meados do século XVII, a região quase não era habitada (...). Tudo começou a mudar quando o alemão Maurício de Nassau, governador das possessões holandesas no Brasil, resolveu erguer uma casa de veraneio, de frente para o continente. Encantado com a paisagem do outro lado do rio, batizou seu novo palácio de Schoonzicht, que sofreu uma alteração semântica (visão limpa > bela vista > boa vista) e acabou batizando o bairro nascente”, escreve Homero, contando-nos de onde vem o nome desse bairro polifônico, que, talvez por isso, como nenhum outro na cidade, congregue o antigo e o moderno de modo tão imbricado. Seguindo adiante nesse Recife continental, os arrabaldes, os trilhos da maxambomba, outros povoamentos que acompanham o curso do Capibaribe. Derby, Madalena, Torre, Casa Forte, Apipucos ... Áreas também marcadas por histórias, ruínas, vestígios, contradições... Quem sabe uma nova jornada pela cidade se desenhe no futuro. Além desses caminhos, percorremos outros... Recebemos o convite para cobrir a 19ª edição da SP-Arte, a maior feira de artes visuais da América Latina, realizada entre 29 de março e 2 de abril. A repórter especial Luciana Veras foi então enviada para São Paulo com uma pergunta que nos inquietava: haveria, na arte contemporânea brasileira, uma prevalência atual do figurativismo? No trabalho de artistas das novas gerações, como Antonio Obá, Clara Moreira, Marcela Cantuária e Rafael Prado, a figura ganha peso com o intuito de decolonizar o olhar e discutir questões como o feminicídio, o racismo, a permanência da escravidão. Esse figurativismo contemporâneo é o tema abordado na nossa reportagem de capa.

Detalhes do livro

Título
Revista Continente - Nº 269
Editora
Cepe *
Ano
2026
Idioma
PT
Edição
1ª Edição - 2023
Formato
Brochura

Ciências Humanas

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