Os melhores romances de amor: clássicos e contemporâneos que emocionam
Da Jane Austen ao romance brasileiro contemporâneo, o gênero que mais vende e mais une pessoas ao redor de histórias de amor. Uma seleção para quem quer sentir tudo.
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República em notas, organizado por Vanessa Campagnac e Gabriella Lotta, reúne análises sobre os principais temas relacionados ao poder público brasileiro. A partir da coluna online do Instituto República.org, e com textos inéditos, os 25 autores abordam questões como democracia, diversidade, orçamento público, burocracia, gestão de pessoas e valorização dos servidores. Apresentando múltiplas perspectivas sobre o campo de estudos e as experiências práticas de profissionais de diferentes áreas no país, o livro busca diversificar a reflexão e o debate sobre a gestão pública no Brasil. O resultado é uma ampla visão sobre os desafios a serem enfrentados, uma gama de diagnósticos bem fundamentados e propostas concretas para a melhoria do Estado e da democracia brasileiros. Trechos “Embora extremamente importante, o termo burocracia tem sido muito mal compreendido no debate público. Em geral, o conceito assume um tom pejorativo e de crítica, ao se associarem os problemas da gestão e das políticas públicas ao suposto ‘excesso de burocracia’. É neste sentido que as propostas de reformas ou de solução para a gestão parecem também tentar enfrentar o mal burocrático, assumindo discursos como “desburocratização” ou “diminuição da burocracia”, como se estas soluções fossem melhorar o funcionamento do Estado. Estes conceitos, no entanto, simplificam profundamente o verdadeiro debate, os conceitos e a importância da burocracia.” Gabriela Lotta “A falta de representação gera estereótipos de gênero e raça, reforçando a subalternidade de mulheres e pessoas negras. A falta de representação das mulheres, especialmente das mulheres negras, nas imagens e nos discursos relacionados aos cargos de decisão do Poder Executivo federal, reforça a exclusão social e a naturalização das desigualdades causadas pelas diferenças de gênero e raça. A baixa representação desses grupos nos espaços de tomada de decisão indica uma perspectiva social limitada, direcionada para a manutenção dos privilégios do grupo dominante de homens.” Maria Aparecida Chagas Ferreira Sobre as organizadoras Vanessa Campagnac é graduada em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), mestra em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais pela Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE/IBGE) e doutora em Ciência Política pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Tem experiência em pesquisa social há quase vinte anos, com foco em gestão pública, participação social e políticas públicas setoriais, tendo atuado como pesquisadora por mais de dez anos no Instituto de Segurança Pública (ISP-RJ). Faz parte da rede de lideranças femininas da Universidade de Columbia e atualmente é gerente de dados e comunicação da República.org. Desde 2022, atua como editora da coluna online República em notas. Gabriela Lotta é professora de Administração Pública e Governo da Fundação Getulio Vargas (FGV) e vice-presidente do conselho da Republica.org. Foi professora visitante em Oxford (Blavatnik School of Government), Aalborg (Dinamarca), na Universidad del Chile e na PUC Peru. É doutora em Ciência Política pela USP, mestre e graduada em Administração Pública pela FGV. Atua como coordenadora do Núcleo de Estudos da Burocracia (NEB) e docente da Escola Nacional de Administração Pública, ENAP. Além disso, é pesquisadora do Centro de Estudos da Metrópole (CEM). Em 2021, foi nomeada uma das cem acadêmicas mais influentes do mundo na área de governo pela organização Apolitical.
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