Literatura brasileira: os clássicos que todo leitor deveria conhecer
A literatura brasileira produziu obras extraordinárias que dialogam com o melhor da literatura mundial. Um guia pelos clássicos essenciais, do Romantismo ao Modernismo.
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Publicada originalmente em 1995, esta autobiografia de Lucio Costa (1902-1998), com textos críticos e memorialísticos, planos, projetos, fotografias e desenhos, especialmente escolhidos e compostos pelo autor, ganha agora uma nova edição, respeitando integralmente o projeto gráfico original, acrescida de uma apresentação de Maria Elisa Costa, filha de Lucio, e de um ensaio de Sophia da Silva Telles, que procura decifrar o sentido da obra deste arquiteto e urbanista que foi também um dos mais importantes intelectuais brasileiros do século XX.
Lucio Costa nasceu em Toulon, na França, em 1902, filho do engenheiro naval Joaquim Ribeiro da Costa e de Alina Marçal Ferreira. Formou-se pela Escola Nacio- nal de Belas Artes, do Rio de Janeiro, em 1922 – instituição da qual viria a ser dire- tor entre 1930 e 1931, promovendo uma profunda reforma no ensino de arquitetu- ra. Foi coordenador da equipe que concebeu, com a consultoria de Le Corbusier, o edifício do Ministério da Educação e Saúde (1936-45), hoje Palácio Gustavo Capa- nema, no centro do Rio, e projetou o Pavilhão do Brasil na Feira Mundial de Nova York (1939, com Oscar Niemeyer) e o Park Hotel de Nova Friburgo (1940-44). Em 1957 vence o concurso para o Plano Piloto de Brasília. Assinou projetos arquitetôni- cos pioneiros, como o Parque Guinle (anos 1940), e planos urbanísticos inovadores, como o da Barra da Tijuca (1969), ambos no Rio. De 1937 a 1972, dirigiu a Divisão de Estudos e Tombamento do SPHAN (Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Faleceu no Rio de Janeiro em 1998.
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