Como manter a concentração durante a leitura na era das distrações
O smartphone acabou com nossa capacidade de atenção, ou será que não? Técnicas comprovadas para ler com profundidade mesmo quando o cérebro insiste em pedir estímulo a cada minuto.
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Sabrina Barlavento venceu um relevante prêmio literário e teve sua obra adaptada para os cinemas, mas nada disso impedia a única crítica negativa de assombrá-la. Ainda guardando o recorte de jornal que classificava seu trabalho como “Ficção de Polpa”, recebe a inusitada proposta de Rafael Perso. Desta vez, o sujeito apresentado por um aplicativo de relacionamentos não busca por sexo casual. O vigarista precisa que a renomada autora patrocine sua viagem ao norte do país. Sabendo que Barlavento vê o mundo de forma romântica e aventuresca, Perso usa termos como “Cemitério Nazista”, “Segredos da Ditadura” e “Caçadores de Tesouro”, quando na verdade busca o local da queda de um avião do narcotráfico. Ele quer aquela carga, ela, uma história que valha a pena. Em meio a playboys inconsequentes, a traficantes internacionais e a golpistas misteriosos, a escritora se flagra imersa em um mundo de perigos, trapaças e horrores. E por mais que esteja finalmente dentro do tipo de história que sempre amou escrever, desta vez todas as dores são reais e cada enigma ameaçador.
Yvis Tomazini nasceu no litoral de São Paulo, onde colecionou mil histórias vividas e outras tantas escritas. Certa vez, em busca de mais experiências, se demitiu de um escritório ao lado do porto para trabalhar por três anos – e três pessoas – dentro dos navios que via pela janela. Ávido estudante das estruturas narrativas, fez cursos de literatura investigativa, de roteiro voltado à curtas metragens, além de diversas oficinas de escrita criativa. Publicou seu primeiro conto em 2011, mesmo ano em que venceu em segundo lugar o 1º Prêmio Literário Professor Mário Carabajal de Poesias da Academia de Letras do Brasil de Santa Catarina com a poesia “Galo”.
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