Poesia para quem nunca entendeu poesia: um guia sem pretensão
A maioria das pessoas acha que não entende poesia. Mas poesia não precisa ser entendida como uma equação, precisa ser sentida. Um guia honesto para quem quer dar uma chance ao gênero.
(Im)Passes Subjetivos Contemporaneos Iii
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
E o plano discursivo escolhido para essa implicação psicanalítica não foi outro que o da educação. Ou antes: o plano que aqui se encontra em pauta é o da articulação (im)possível entre educação e psicanálise. Trata-se, portanto, do campo discursivo no qual se vinculam dialeticamente – muito embora sem pretensão de síntese ou fusão – a psicanálise e a educação. Em suma: para que a subjetividade do aluno seja levada em conta, não é necessário que ele receba um tratamento único, especial, particularizado, etc. na escola. O que se requer é que o tratamento público levado a cabo aí seja não todo, isto é, que ele faculte, em seu avesso, a emergência do sujeito tanto no que toca aos professores quanto aos alunos (alunos os quais, em vista disso, talvez não recusem hegemonicamente o ensino, uma vez que haverá, nesse caso, lugar para o desejo que os habita).
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
A maioria das pessoas acha que não entende poesia. Mas poesia não precisa ser entendida como uma equação, precisa ser sentida. Um guia honesto para quem quer dar uma chance ao gênero.
Boa biografia não é cronologia de vida, é imersão numa mente. Uma seleção das biografias mais absurdamente envolventes, que você devora sem perceber que está aprendendo história.
Ler 50 livros por ano parece impossível? Não para quem adotou os hábitos certos. Descubra as estratégias usadas por leitores vorazes para encaixar mais leitura no dia a dia.
Para escolas, universidades, autores e editoras