Literatura brasileira: os clássicos que todo leitor deveria conhecer
A literatura brasileira produziu obras extraordinárias que dialogam com o melhor da literatura mundial. Um guia pelos clássicos essenciais, do Romantismo ao Modernismo.
Volume 2 - Livros Iv-V-Vi
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Plínio, o Jovem – Epístolas Completas Vol. 2 (Livros IV, V e VI) Damos continuidade neste volume 2 à empresa de publicar em português os quatro volumes de todo o epistolário de Plínio, o Jovem, em edição bilíngue e anotada, o que ocorre pela primeira vez. Ainda que nas epístolas ocorram situações e personagens que sabemos ser importantes na administração de Roma, quem comparece no volume e apresenta elemento diferencial são eventos e personagens menores, mas não menos importantes, em geral ausentes daqueles gêneros e autores: vemos então o afeto que Plínio nutre pela jovem esposa, conhecemos um escravo doente, conhecemos um amigo que Plínio quer recomendar, lemos o elogio que faz de jovens no início da carreira, contemplamos a importância das recitações privadas e a atividade poética de Plínio, lemos o elogio de amigos, amigas e escritores bem como a demonstração de luto pela doença e morte de algum deles e ao lado de tudo isso (por que não dizer?) lemos muitos faits divers, como um caso de adultério, o suicídio de um casal de idosos e um dito cômico. A única exceção, porém notabilíssima, são as famosas “epístolas vesuvianas”, em que Plínio descreve a erupção do Vesúvio em 79 d.C. e a catástrofe que se abateu sobre Pompeia e adjacências. As epístolas de Plínio não nos apresentam enfim apenas matéria diferente do que se lê na poesia e na historiografia, mas oferece-nos matéria complementar a elas. Coleção Clássicos Comentados Edição Bilíngue: Latim/Português Tradução, Introdução e Notas: João Angelo Oliva Neto Leitura Crítica: Paulo Sérgio de Vasconcellos Coedição: Editora Mnema
Caio Plínio Cecílio Segundo - também conhecido como Plínio, o Jovem, o Moço ou o Novo, foi orador famoso, jurista, político e governador. Sobrinho-neto de Plínio, o Velho, que o adotou, estava com ele no dia da grande erupção do Vesúvio (79 d.C.), mas não o acompanhou na viagem de barco até o vulcão em erupção que se revelaria mortal. Seus escritos sobre esse dia, no qual Pompeia foi arrasada, são o principal documento escrito que versam a respeito de como sucedeu tal erupção. As cartas trocadas entre Plínio e o imperador Trajano, preservadas até os dias de hoje, são consideradas um dos mais valiosos documentos para entender a organização e a vida cotidiana do império romano da época. Nelas, Plínio cita pela primeira vez o cristianismo num documento romano conhecido.
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