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Direito

O Terceiro Informante na Recuperação de Ativos PúBlicos - 2023

O Papel do Whistleblower na Improbidade Administrativa

1ª Edição - 2023208 páginasLumen Jurispt
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Sinopse

A situação atual do país chama a atenção para as questões de probidade dos agentes públicos, uma vez que o administrador não é o senhor dos bens públicos, mas apenas seu gestor. Diante da situação de improbidade no setor público, o legislador elaborou a Lei Nº 8.429/1992, regulamentando o 4º do art. 37 da Constituição da República Federativa do Brasil a fim de reprimir a improbidade administrativa. A norma foi recentemente alterada pela Lei 14.230/2021. Nesse contexto, surge a figura do whistleblower, conhecido como denunciante do bem , para auxiliar no enfrentamento dos ilícitos de improbidade e corrupção, por meio de relatos dos fatos ilícitos para as autoridades, através do Disque Denúncia ou de programa de integridade. Ocorre que, diante da omissão legislativa, há necessidade da averiguação da possibilidade de inserção da figura do whistleblower como atuante na ação desse cunho de combate à improbidade. Dentre as hipóteses de atuação ao whistleblower está a modalidade de intervenção de terceiros, como espécie anômala na ação de improbidade, assemelhada ao assistente ou amicus curiae, como auxiliar do Ministério Público, questionando-se em qual dessas situações ele teria uma atuação mais efetiva. O tema é de grande relevância para a sociedade e, a partir dessas premissas, surgiu a motivação para a realização deste trabalho, por meio de pesquisa doutrinária e de jurisprudência da Suprema Corte Brasileira, bem como pela investigação do modelo adotado na legislação estrangeira. O objetivo do trabalho é demonstrar que o whistleblower pode ser um terceiro anômalo na ação de improbidade e, para isso, o trabalho percorreu um caminho com esse fim. Foi efetuada uma análise comparativa com o False Claims Act (FCA) estadunidense, no qual o whistleblower tem papel atuante, seja como terceiro, seja como autor, , havendo discussão, inclusive, quanto à viabilidade do whistleblower ser o autor da ação de improbidade administrativa.Dentre as hipóteses de atuação do whistleblower está a modalidade de intervenção de terceiros, como espécie anômala na ação de improbidade e a delimitação do tema são as hipóteses de desempenho desse instituto na referida ação: como autor ou como terceiro anômalo assemelhado ao assistente simples. A resposta para o problema encontra-se na hipótese mais adequada para a atuação do whistleblower na ação de improbidade, por meio de estudo abordado em cinco capítulos deste livro.

Detalhes do livro

Título
O Terceiro Informante na Recuperação de Ativos PúBlicos - 2023
Autor
InêS da Trindade Chaves de Melo
Editora
Lumen Juris
Ano
2026
Páginas
208 páginas
Idioma
PT
ISBN-13
9788551924426
Edição
1ª Edição - 2023
Formato
Brochura

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