Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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O rádio como espaço educativo de jovens e adultos se dedica a observar o processo de aprendizagem de jovens e adultos que aprenderam ler e escrever na Universidade Popular Comunitária (UPC), localizada em Cuiabá, estado de Mato Grosso. O processo formativo visava a reforçar a aprendizagem a partir da realidade cotidiana dos estudantes, e uma das características em comum dos estudantes era o gosto e o prazer de ouvir rádio. Com isso, no planejamento coletivo foi decidido que o rádio serviria como espaço educativo e que poderia oportunizar aos estudantes ir além da escrita e da leitura, ganhando contornos, por exemplo, na construção da cidadania. Um elemento que chama a atenção quando se trabalha com a pedagogia por intermédio do rádio é a apropriação da fala, da voz, como pertencimento. Nesse sentido, o livro apresenta uma experiência educativa que se constitui enquanto possibilidade de construir, reconstruir, desconstruir, sistematizar, disseminar e se apropriar dos conhecimentos de modo libertador e autônomo. Entende-se que esses elementos são fecundos para a ampliação do espaço de criatividade, de invenção e reinvenção. Educador e educando são parceiros nessa busca. O que se espera dessa dinâmica é a possibilidade do surgimento do pensar certo (FREIRE, 2007), criativo e espontâneo. Boa leitura!
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