Os melhores livros de terror para quem quer perder o sono
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Com uma narrativa divertida e sexy, O Homem que Conhecia as Mulheres convida os leitores a se perderem, ou se reconhecerem, nas curiosas criaturas que habitam a metrópole contemporânea. São personagens modernos, sexy, engraçados, e por vezes, trágicos, registrados na prosa lúbrica de Marcelo Rubens Paiva. Tem a Pingucinha (aquela garota enturmada, bonitinha, independente e com o fígado prestes a explodir), a Iogue (que faz cursos no Nirvana e tem um namorado viciado em metadona), a Beach Girl (que fuma um beque de vez em quando e namora um surfista que está na Austrália como pedreiro), e a Tarja (que vive à base de Rivotril e acha tudo uma derrota). São 30 perfis cruéis e engraçados, impiedosamente reescritos por Marcelo para esta coletânea. Os homens, claro, não ficam de fora desta exploração da espécie. Marcelo Rubens Paiva nos apresenta, por exemplo, Hugo, um sujeito que já nasceu inadequado; e constata que o solteiro mulherengo, no fundo, inveja os amigos casados. O livro traz ainda, em um texto pontilhado de humor, dois contos inéditos sobre a natureza da paixão e do desejo: as ciladas das relações de um homem rendido pelas mulheres - um amante em série -, e a saga kafkiana de um outro que acaba nos tribunais por conhecer profundamente o sexo oposto.
MARCELO RUBENS PAIVA é escritor, dramaturgo e roteirista. Autor de uma extensa lista de romances, além de peças teatrais e roteiros para o cinema e a TV, recebeu prêmios importantes, como Jabuti, Prêmio Shell, Moinho Santista e da Academia Brasileira de Letras. Suas obras foram adaptadas para o cinema, teatro e séries de TV, e traduzidas para o inglês, espanhol, francês, italiano, alemão e tcheco. É autor, entre outros, dos romances Feliz Ano Velho (1982) — com mais e 1,5 milhão de exemplares vendidos —, Blecaute (1986), Ainda Estou Aqui (2015), Meninos em Fúria (2016), em parceria com Clemente Tadeu Nascimento e Do começo ao fim (2022). Em 2024, Ainda estou aqui ganhou adaptação para o cinema, com direção de Walter Salles, e foi vencedor do prêmio de melhor roteiro na 81ª edição do Festival de Veneza. É pai de Joaquim e Sebastião, e vive em São Paulo.
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