Os benefícios comprovados da leitura para o cérebro e a vida
Ciência confirma: ler regularmente melhora a memória, reduz o estresse e aumenta a empatia. Veja o que a pesquisa diz e como incorporar a leitura na sua rotina.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
O Cinema e seu duplo é uma síntese teórica, original e surpreendente, dos inúmeros aspectos técnicos e estéticos que se articulam na experiência histórica do cinema. Não se trata aqui de mais um compêndio de teoria ou de história do cinema, muito menos de outra estética da arte cinematográfica, “mais atualizada” ou “completa”. Neste livro, Ivan Capeller elabora uma semiótica dos dispositivos audiovisuais em que o cinema é pensado como um processo de modulação recíproca dos objetos do mundo aos signos audiovisuais do discurso, integrando todos os meios de expressão material (visuais, sonoros e verbais), disponíveis em um dado momento, à sua prática. Escritores como Kafka e Proust, bem como artistas como Ravel e Münch, são invocados a partir de filmes como O espelho, Sans soleil, A última tempestade e Bala perdida, enquanto teóricos do cinema como Deleuze e Kracauer são confrontados com o pensamento audiovisual de cineastas como Vítor Lopes, Chris Marker e Andrei Tarkovski. Trata-se de uma teoria do cinema inovadora em que a questão do som e da escuta adquire importância central para a compreensão do cinema como um dispositivo duplamente articulado: por processos de transdução (analógica ou digital), no seu plano de expressão material, e por códigos de tradução intersemiótica (narrativos ou não), no plano do seu conteúdo audiovisual. Nessa dialética do filme, quatro níveis de estratificação da história são postulados e analisados de acordo com o seu modo particular de inscrição temporal na película (analógico, simbólico, estratégico e autorreflexivo) — confrontando o caráter documental que todo filme apresenta com sua própria codificação discursiva como texto. Com isso, torna-se possível o rastreamento dos elementos autorreflexivos que se inscrevem em um filme, de forma intencional ou não, ao longo de sua história. O cinema pode, assim, ser finalmente pensado como um dispositivo audiovisual aberto a uma noética da experiência histórica, e o estudo do seu dispositivo, organizado segundo seus quatro componentes básicos: os componentes gerativo, transformacional, diagramático e maquínico. Esses quatro componentes são estudados em detalhe, sistematizando os diversos modos de inscrição e transmissão, ficcionais e/ou documentais, da experiência do cinema como experiência histórica.
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
Ciência confirma: ler regularmente melhora a memória, reduz o estresse e aumenta a empatia. Veja o que a pesquisa diz e como incorporar a leitura na sua rotina.
Clubes de leitura transformam a experiência solitária de ler em algo social e enriquecedor. Saiba como funcionam, quais os benefícios e como criar o seu próprio clube.
A paralisia da escolha atinge todo leitor. Com mais de um milhão de livros publicados por ano, como decidir o próximo? Veja estratégias práticas para escolher bem e rápido.
Para escolas, universidades, autores e editoras