Literatura africana contemporânea: vozes que o mundo precisa ouvir
A literatura africana vive um momento extraordinário. De Chimamanda a Mia Couto, autores do continente estão entre os mais premiados e relevantes da atualidade.
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Maio de 1943, Maria de Andrade começa a escrever crônicas musicais na Folha da Manhã: textos hebdomadários que vão aparecendo regularmente às quintas-feiras sob o título de "Mundo Musical", até a morte do autor, em 1945. Mario adverte desde o primeiro artigo: não se trata de crítica profissional, ligada aos acontecimentos e manifestações contemporâneos e locais; não se trata de comentários sobre a vida musical paulistana. Estrutura muito mais livre, o "Mundo Musical" permitiu a aparição dos mais diversos textos: abordagem de fenômenos ou problemas gerais (" Do teatro cantado", "Psicologia da criação"etc); estudos ou reflexões sobre aspectos específicos ("Claude Debussy", "Pelleas et Melisande", " Scarlatti" etc); sobre o folclore ("Cantador", " Danças dramáticas" etc.).
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