Como presentear livros sem errar: um guia para acertar sempre
Dar um livro de presente é um ato de intimidade, você está dizendo "eu conheço você". Mas errar é fácil. Veja como acertar na escolha e surpreender quem você ama.
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O objetivo deste breve ensaio é apresentar alguns pontos referentes a forma como o pensamento hermenêutico de Paul Ricœur interpreta questões narrativas relativas ao tempo, na perspectiva da “alma” e do “mundo”, conforme concebeu Santo Agostinho, além do modo como o tempo está sistematizado pelo calendário. Adentra-se, nessa reflexão, as peculiaridades que diferenciam o tempo da ficção e da história, bem como suas variações imaginativas. Nessa direção, busca-se compreender, sob o ponto de vista ricoeuriano, como se mostra a dialética da alteridade narrativa, estabelecidas entre o “si” e o “outro”, na perspectiva da “ipseidade” e “mesmidade”, que irão configurar a identidade do sujeito como narrativa. A considerar a importância da memória no processo de construção narrativa, objetivou-se, assim, explorar os lugares que a memória ocupa na filosofia de Ricœur, considerando, sobretudo, a dicotomia entre lembrança e esquecimento, e as orientações que configuram a “memória feliz”.
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