Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
Dos Governos do Pt ao Golpe de 2016 e à Ascensão Conservadora
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Ao longo de mais de uma década em que o Partido dos Trabalhadores esteve no poder, os brasileiros passariam a acreditar que viviam em um país marcado pelo crescimento econômico, redução da miséria, com baixo nível de desemprego, e com uma parcela significativa da população passando a ter acesso a crédito e consumo. A educação era prioridade, com vultosos recursos públicos destinados ao aumento de escolas e universidades públicas. Nesse tempo, acreditava-se que a democracia estaria consolidada, com garantias constitucionais e instituições sólidas. Para muitos, o Brasil finalmente estaria entrando no jogo das grandes potências mundiais. Graças ao desempenho do governo junto com as empresas transnacionais de capital brasileiro, que atuavam como “campeãs”, passamos a ter atuação global e parcerias estratégicas com os BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o avanço das relações com o Mercosul e América Latina, além das alianças tradicionais, conduzidas de forma altiva, com EUA e Europa.
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