Por que reler um livro é sempre uma experiência diferente
Reler um livro que você amou parece perda de tempo quando há tanto ainda para ler. Mas a releitura revela camadas que a primeira passagem não alcança, e diz algo sobre quem você se tornou.
Vamos Descolonizar o Brasil
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O Brasil tem uma história que não está nos livros didáticos. Em Levanta, favela!, Mãe Flavia Pinto — socióloga, mãe de santo, favelada e voz incansável na luta antirracista — desmonta a narrativa colonizadora e revela as raízes profundas do racismo, da desigualdade e da violência que ainda hoje oprimem o povo preto, indígena e periférico. Com linguagem acessível e contundente, a autora expõe como a escravização, a falsa abolição e a marginalização planejada moldaram um país que nega a própria origem. Dos quilombos aos presídios superlotados, das senzalas às favelas, Mãe Flavia traça um caminho de resistência e mostra que a descolonização não é apenas um conceito, mas uma revolução necessária. Mais que um livro, Levanta, favela! é um chamado à ação. Um convite para romper com as correntes do passado, resgatar a ancestralidade e construir um futuro onde a favela não seja sinônimo de carência, mas de potência. Nas palavras da autora: “Descolonizar não é opção, é sobrevivência”. Se você deseja entender o Brasil real, além dos mitos oficiais, descobrir a história apagada dos povos negros e indígenas e juntar-se à luta por um país justo e descolonizado, aqui está um manifesto urgente para quem acredita que outro Brasil é possível. #LevantaFavela #DescolonizeOBrasil
Mãe Flavia Pinto, formada em Ciências Sociais pela PUC-RIO, é pós-graduada em Gestão Pública Metropolitana pela ENAP e especialista em Políticas Públicas de Gênero na América Latina pelo IPPDH e em Mercado de Trabalho e Direitos Humanos pela UFRJ. Atualmente, é mestranda em Sociologia Política no IUPERJ. Em 2016, foi coordenadora de diversidades do Centro de Promoção da Liberdade Religiosa e Direitos Humanos (CEPLIR-RJ). Em 2018, exerceu o cargo de coordenadora de diversidade religiosa da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (RJ). Foi membro do Comitê Nacional de Liberdade Religiosa (2015-2019). Em 2011, recebeu o Prêmio Nacional de Direitos Humanos, entregue pela presidenta Dilma Rousseff, e, em 2015, o Prêmio de Cultura Heloneida Sudart da ALERJ. Atua como palestrante e coordenadora de assistência religiosa no sistema prisional feminino. É autora dos livros Umbanda religião brasileira: guia para leigos e iniciantes (Pallas, 2014), Salve o Matriarcado: manual da mulher búfala (Fundamentos de Axé, 2021) e Umbanda Preta: raízes africanas e indígenas (Fundamentos de Axé, 2021).
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