Como ler clássicos da literatura sem sofrer
Clássicos intimidam. Linguagem difícil, contexto histórico distante, narrativa lenta. Mas há estratégias que tornam essa leitura não só suportável, mas prazerosa. Guia prático para iniciantes.
O Papel da PolíTica Criminal na Construção da CiêNcia Global do Direito Penal
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Inclui: - Teoria - Conteúdo Amplo e Didático Por que escolher o livro Justiça penal negociada e criminalidade macroeconômica organizada - O papel da política criminal na construção da ciência global do Direito Penal? Qual o futuro da dogmática jurídico-penal? A tradicional visão solipsista do Direito Penal é suficiente para entender e controlar satisfatoriamente o fenômeno da moderna criminalidade macroeconômica organizada? Como aproximar a teoria da prática? Qual é o método e o objeto do Direito Penal Econômico? Qual a relação existente entre o Direito Penal e as demais ciências criminais, tradicionalmente alocadas em posição hierárquica secundária? E, com relação aos demais ramos sociais do conhecimento, como a Economia, a Sociologia e a Psicologia? Qual a racionalidade das leis penais e do próprio sistema de Justiça Penal no Brasil? Para o enfrentamento dessas questões, no primeiro capítulo desta obra, parte-se da premissa de que o escorreito estudo e o racional enfrentamento da moderna criminalidade macroeconômica não podem ser objeto solipsista do Direito Penal tradicional. Havendo como pano de fundo a tese da "Ciência Global do Direito Penal" e seu indisfarçável conteúdo multidisciplinar, seus postulados são testados no segundo capítulo deste livro, diante da necessidade de se conferir racionalidade à produção de leis penais destinadas ao enfrentamento da chamada criminalidade macroeconômica organizada e das condutas anticoncorrenciais nela compreendidas. No terceiro e último capítulo, a presente obra busca demonstrar que o enfrentamento à criminalidade macroeconômica organizada, marcada pela dificuldade de obtenção de provas e atribuição de responsabilidades, para que seja minimamente eficiente, célere e eficaz, deve ampliar os espaços de consenso entre o órgão acusador e o delinquente, como estratégia de política criminal, flexibilizando-se o princípio da obrigatoriedade da ação penal, mas sem perder de vista o postulado da proporcionalidade, na sua faceta de vedação à proteção penal insuficiente.
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