Como presentear livros sem errar: um guia para acertar sempre
Dar um livro de presente é um ato de intimidade, você está dizendo "eu conheço você". Mas errar é fácil. Veja como acertar na escolha e surpreender quem você ama.
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Uma das obras mais amadas de Gibran, este é um impressionante retrato ficcional de Cristo pelos olhos de seus contemporâneos. O autor dá voz a diversas figuras, de Maria Madalena a Pôncio Pilatos. Esta fascinante coletânea combina a autoridade histórica com a suprema eloquência que seus admiradores tanto apreciam. Membros da família, amigos, discípulos, oponentes religiosos e políticos, pensadores e ignorantes, inimigos e outros dão testemunhos sobre a personalidade, as atitudes e as palavras do Mestre. Aqui, o autor, como um pintor que desvela um quadro ao público, evoca o poder fascinante da presença de Cristo sobre seus companheiros e convida o leitor a refletir sobre sua própria visão do Filho do Homem.
Gibran Khalil Gibran (1883-1931) foi um ensaísta, filósofo, prosador, poeta, conferencista e pintor de origem libanesa. Nasceu na cidade de Bsharri, no norte do Líbano, mas emigrou para Boston, nos Estados Unidos, com a mãe e os irmãos durante a infância. Foi nos Estados Unidos que começou a se interessar por arte, porém sua mãe e seu irmão incentivaram-no a retornar à sua terra natal aos quinze anos para que conhecesse melhor sua herança cultural. Em 1902, ao voltar aos Estados Unidos, Gibran começou a publicar textos em árabe, que chamaram a atenção da comunidade local, e a expor seus quadros, o que lhe deu a oportunidade de estudar em Paris. Seus primeiros livros foram escritos em árabe. Fazem parte dessa produção inicial obras como A música (1905), As ninfas do vale (1906), Asas partidas (1912), Uma lágrima e um sorriso (1914), A procissão (1919) e Temporais (1920). A partir de 1918, Gibran começou a escrever em inglês, publicando obras de sucesso como O precursor (1920), O profeta (1923), Areia e espuma (1926), Os deuses da Terra (1931) e A voz do mestre (1958). Esta última, uma obra póstuma. Gibran morreu em 1931, aos 48 anos, em Nova York, vítima de cirrose e tuberculose. (1883-1931) foi um ensaísta, filósofo, prosador, poeta, conferencista e pintor de origem libanesa. Nasceu na cidade de Bsharri, no norte do Líbano, mas emigrou para Boston, nos Estados Unidos, com a mãe e os irmãos durante a infância. Foi nos Estados Unidos que começou a se interessar por arte, porém sua mãe e seu irmão incentivaram-no a retornar à sua terra natal aos quinze anos para que conhecesse melhor sua herança cultural. Em 1902, ao voltar aos Estados Unidos, Gibran começou a publicar textos em árabe, que chamaram a atenção da comunidade local, e a expor seus quadros, o que lhe deu a oportunidade de estudar em Paris. Seus primeiros livros foram escritos em árabe. Fazem parte dessa produção inicial obras como A música (1905), As ninfas do vale (1906), Asas partidas (1912), Uma lágrima e um sorriso (1914), A procissão (1919) e Temporais (1920). A partir de 1918, Gibran começou a escrever em inglês, publicando obras de sucesso como O precursor (1920), O profeta (1923), Areia e espuma (1926), Os deuses da Terra (1931) e A voz do mestre (1958). Esta última, uma obra póstuma. Gibran morreu em 1931, aos 48 anos, em Nova York, vítima de cirrose e tuberculose.
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