Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Quando Teresa de Jesus escreveu as "exclamações", tinha cinquenta e quatro anos. Este dado tão simples permite redescobrir algo bem conhecido: a perene juventude de quem ama a Deus. Uma juventude que se percebe em cada trecho desses escritos: supreendentes petições ao Senhor com a ingenuidade de um amor apaixonado e recém-nascido e, também, ungido com os anos de fidelidade e correspondência. Como sempre, ao ler os seus escritos, descobrem-se coisas novas, saboreia-se a absoluta franqueza com que trata a Deus, esse Deus bom, misericordioso, justo, tão amado, a quem sente a necessidade de expor todas as ânsias do seu coração.
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