Os melhores livros de ficção para quem quer começar a ler
Se você quer entrar no mundo da ficção mas não sabe por onde começar, esta lista é para você. Selecionamos livros envolventes, acessíveis e impossíveis de largar.
Fundamentos, Método e Limites na Era dos Vestígios Informacionais
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Essa obra discute as transformações de temas relevantes provocadas pela virada tecnológica! Tem o selo do Conselho de Direito Digital, Transformação e Novas Tecnologias, composto por grandes autores envolvidos nas discussões relacionadas a transformação digital. POR QUE ESCOLHER O LIVRO “INVESTIGAÇÃO CRIMINAL TECNOLÓGICA”? Há algo que aprendi cedo na atividade policial e que nenhum manual me ensinou de maneira direta: investigar bem não é instinto. É método. É a capacidade de organizar o olhar sobre os fatos de forma disciplinada, de perguntar antes de concluir, de preservar antes de examinar, de questionar a própria hipótese antes de levá-la a juízo. Esse princípio, simples de enunciar e exigente de sustentar na rotina, é o eixo que atravessa cada capítulo desta obra. A investigação criminal tecnológica, disciplina que concebi em 2015 e que venho desenvolvendo desde então em livros, cursos e formações voltados às carreiras policiais e à comunidade jurídica, não nasceu de uma reflexão acadêmica. Nasceu da repetição de um problema que se apresentava em quase todos os casos que passavam pela minha mesa: a tecnologia havia invadido o crime muito antes de a investigação ter aprendido a lidar com ela. Aparelhos celulares, câmeras de monitoramento, registros de geolocalização, movimentações financeiras digitais e redes sociais tornaram-se fontes de prova em qualquer apuração — e a grande maioria dos investigadores não havia sido formada para extrair dessas fontes o que elas tinham a oferecer. Este livro é, ao mesmo tempo, uma proposta doutrinária e um instrumento de trabalho. Cada capítulo foi escrito para ter validade além do momento em que escrevo. Evitei dependência de ferramentas específicas, de modismos tecnológicos passageiros e de discussões marcadamente conjunturais. O que persiste, a lógica de tratar o vestígio com integridade, a exigência de controle humano sobre a tecnologia, a necessidade de equilibrar eficiência investigativa e proteção de direitos, é o que quis aprofundar. Nesse mesmo espírito, recursos de inteligência artificial foram utilizados apenas de forma pontual, como apoio à organização, à revisão e à lapidação de algumas passagens, sempre sob controle crítico, curadoria intelectual e responsabilidade integral do autor. O destinatário que tenho em mente é o investigador — delegado, agente, escrivão, analista — que precisa entregar resultado e, ao mesmo tempo, responder juridicamente por ele. Mas também o professor, o pesquisador, o estudante de carreiras policiais e o operador do Direito que lida com prova digital acusando, defendendo ou julgando. Para todos eles, espero que esta obra sirva menos como catálogo de respostas e mais como quadro de referência para as perguntas certas. O Autor
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