Como montar e cumprir sua meta de leitura anual
Uma meta de leitura bem definida aumenta drasticamente a chance de você ler mais. Aprenda a calcular uma meta realista, como acompanhá-la e o que fazer quando ficar para trás.
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Informação ao Crucificado é uma obra arrebatadora de Carlos Heitor Cony que mergulha na alma de João Falcão, um jovem seminarista cuja fé é testada por dúvidas, tentações e a complexa convivência com colegas e superiores. Nesse diário emocionante, somos levados a um mundo de disputas e intrigas, enquanto acompanhamos o desencanto de João com a vida religiosa. Esta história pessoal de desilusão religiosa ecoa a própria jornada do autor, Cony, que, ainda na adolescência, foi seduzido pela "beleza do sacerdócio" antes de abandonar essa trajetória eclesiástica. Situado em um terreno fluido entre a ficção e a autobiografia, este romance poderia facilmente ser classificado como uma "quase memória", um relato que carrega as marcas de experiências reais e reflexões profundas. Agora, nesta nova edição enriquecida, você terá o privilégio de mergulhar ainda mais profundamente nesta narrativa poderosa com um prefácio especial do renomado crítico literário André Seffrin. Descubra por que Informação ao Crucificado é uma obra que cativou leitores por sua sinceridade e profundidade, e mergulhe em um retrato comovente da busca espiritual e da turbulência da fé. Não deixe de adicionar esta obra única à sua coleção literária!
CARLOS HEITOR CONY nasceu no Rio de Janeiro em 1926. Estreou na literatura ganhando por duas vezes consecutivas o Prêmio Manuel Antônio de Almeida, com os romances A verdade de cada dia e Tijolo de segurança. Considerado um dos maiores expoentes do romance neorrealista brasileiro, Cony também se dedicou com sucesso a outros gêneros: da crônica aos ensaios, das adaptações de clássicos aos contos. Trabalhou na imprensa a partir de 1952, ano em que entrou no Jornal do Brasil. Mais tarde foi para o Correio da Manhã, do qual foi redator, cronista e editor. Era colunista da Folha de S.Paulo e comentarista da rádio CBN quando faleceu, no início de 2018. Ganhou em quatro ocasiões o Prêmio Jabuti na categoria Romance, duas vezes o Prêmio Livro do Ano da Câmara Brasileira do Livro e o Prêmio Nacional Nestlé de Literatura. Em 1998, foi condecorado pelo governo francês com a L’Ordre des Arts et des Lettres. Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em março de 2000.
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