Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Na coleção Histórias que gosto de contar, Daniel Munduruku compartilha narrativas que ouviu e viveu em diferentes momentos de sua história. É assim que ele nos fola sobre a cultum, os conhecimentos e as experiências de nações indígenas, ensinando-nos a compreender e valorizar os primeiros povos que habitaram as terras brasileiras. Daniel Munduruku compartilha narrativas que marcaram sua vida. Neste livro, ele fala sobre a cultura, os conhecimentos e as experiências de nações indígenas em histórias como a do Curupira, a da Mãe-d Água e da Surucucu.
Daniel Munduruku é índio da nação Munduruku. Nasceu índio e gosta de ser índio. Formou-se em Filosofia e deu aulas por alguns anos. Sempre preocupado com a condição de vida do povo brasileiro, coordenou grupos de missões que, formados por adolescentes, atuavam com populações menos favorecidas da cidade de São Paulo. Também atuou como educador social de rua pela Pastoral do Menor de São Paulo, desenvolvendo atividades na praça da Sé e no bairro da Lapa. É um autor conhecido nacional e internacionalmente. Em 2026, ele se tornou o primeiro autor indígena a ocupar uma cadeira na Academia Paulista de Letras.
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