Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
Reflexos na Organização dos Estados
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Para tentar encontrar respostas ao que acontece no Brasil e no mundo de hoje em relação à democracia, à Constituição e às leis, o autor recorre ao que aconteceu e acontece no pensamento mundial, desde a antiguidade até o período contemporâneo, por influir no panorama político, social, econômico e comportamental vigentes. No caso do Brasil, o País utilizou-se de princípios e conceitos que foram extraídos de outras constituições para o seu “pacto social”, de 1824 a 1988. Ocorre que os anseios de sua população não foram plenamente atendidos, na prática, ao longo da história das Constituições brasileiras. Quais foram esses princípios e conceitos? Este volume é dedicado ao estudo do conhecimento humanista, herdado desde os sofistas até John Rawls em relação à política, ao Estado, à Justiça, ao direito, ao poder, à liberdade e à governança, o que permitirá entender a complexa situação política, econômica e social de hoje; por isso, a iniciativa do autor de, nesse contexto, relacionar os pensadores e a aplicação de suas ideias e ideais, além de explorar os conceitos de política, Estado, Justiça e Direito à luz de inúmeros filósofos antes de adentrar na abordagem dos países que se destacam na discussão sobre democracia e na história constitucional brasileira.
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