Como manter a concentração durante a leitura na era das distrações
O smartphone acabou com nossa capacidade de atenção, ou será que não? Técnicas comprovadas para ler com profundidade mesmo quando o cérebro insiste em pedir estímulo a cada minuto.
28 Entrevistas
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Era com lápis, papel e noções de taquigrafia que a jovem jornalista Maria Ignez registrava, nos anos de 1960, depoimentos de famosos e anônimos. Deixando de lado o gravador e convocando a prosa solta, ela capturava na fala das pessoas os instantes mais fugazes, cotidianos. Em sua escrita ágil, a autora consegue ir muito além da biografia ou do furo jornalístico. Seus entrevistados compõem um rico mosaico cultural: de Dalí a Di Cavalcanti, de Pixinguinha a Gil, de Kubitschek a uma lavadeira carioca.
Maria Ignez Corrêa da Costa Barbosa é jornalista pela PUC-RJ. Foi embaixatriz do Brasil em Londres e Washington, vivendo entre o exterior e Brasília de 1969 a 2004. Além de colunista no jornal O Estado de S. Paulo, atuou no Correio da Manhã e no Jornal do Brasil.
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