Poesia para quem nunca entendeu poesia: um guia sem pretensão
A maioria das pessoas acha que não entende poesia. Mas poesia não precisa ser entendida como uma equação, precisa ser sentida. Um guia honesto para quem quer dar uma chance ao gênero.
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O livro propõe uma revisão dos fundamentos do processo penal ao verticalizar o estudo do fundamento da sua existência, fazendo uma releitura crítica da conhecida “santa trindade” ação-jurisdição-processo. Para isso, analisa as teorias da ação (rectius acusação) e respectivas condições de sua admissibilidade, demonstrando a inadequação das suas diversas teorias, pois pensadas para o processo civil e inadequadas para o processo penal, propondo a construção de uma teoria da acusação; problematiza sobre o locus da jurisdição penal, mostrando a importância da discussão em torno dos sistemas processuais penais (inquisitório, acusatório e misto [?]) para além da reducionista visão da mera separação inicial das funções; revisita as teorias que explicam a natureza jurídica do processo (um tema da maior relevância para a concepção democrática ou autoritária de um processo penal), expondo as posições de Bülow, desconstruindo-as a seguir com a teoria de Goldschmidt, até chegar ao contributo de Fazzalari; e finaliza com a reconstrução dogmática do objeto processo penal, em que o autor demonstra a inadequação do termo “pretensão punitiva” e expõe sua proposta de “pretensão acusatória”. Tudo isso a partir de uma perspectiva constitucional e convencional, enriquecida pela análise interdisciplinar (consciência da falência do monólogo científico). Enfim, uma obra sobre “fundamentos”, mas que se situa no campo da crítica e da recusa, buscando requestionar as certezas do sentido comum.
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