Pular para o conteúdo
História e Geografia

Eu, Brasileiro, Confesso Minha Culpa e Meu Pecado

1ª Edição - 2010336 páginasCivilizaçao Brasileirapt
Seja o primeiro a avaliar
Sua leitura no Lireo

Guarde este livro na sua estante

Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.

Registre seu progresso de leitura
Descubra outros leitores do mesmo livro
Participe de clubes de leitura
Organize toda sua biblioteca

Sinopse

Hélio Oiticica, Torquato Neto, Waly Salomão, Rogério Duarte, Jards Macalé entre outros são alguns dos personagens que figuram na análise de Frederico Coelho sobre a cultura marginal nos anos de 1960 e 1970. Eu, brasileiro, confesso minha culpa e meu pecado apresenta uma profunda análise da influência deste movimento naquele período histórico e ainda na atualidade.O autor promove um verdadeiro resgate desta movimentação cultural ao estabelecer um novo olhar sobre o tema. Depoimentos, artigos e entrevistas raras conduzem o texto que apresenta um painel dos principais eventos da produção marginal. “Através das declarações dos próprios participantes das movimentações, construí um panorama das diferenças e afinidades que contribuíram para a formação de duas ações distintas na produção cultural brasileira”, explica.Frederico apresenta uma visão original sobre o movimento tropicalista ao dividi-lo em duas vertentes. Para traçar a formação da cultura marginal, ele faz uma distinção entre o tropicalismo musical e a tropicália. O primeiro movimento conhecido do grande público inclui os já consagrados nomes de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Nara Leão, entre outros. O segundo é mais heterogêneo com personagens como Oiticica, Júlio Bressane, Glauber Rocha, Waly Salomão, Torquato Neto e muitos outros artistas que transitam entre as artes plásticas, literatura, música e cinema.Com este recorte, o autor pretende mostrar que a tropicália talvez tenha influenciado mais o tropicalismo musical do que se imagina. “(...) como provocação, podemos sugerir que em vez de os marginais serem necessariamente os ‘pós-tropicalistas’ passam a ser, em outra perspectiva, os ‘pré-marginais’”, alfineta.A análise do autor mostra que o artista marginal de hoje, ligado à cultura popular das periferias é a personificação do ideal marginal de ontem. “Hoje o artista marginal é aquele surge dos bolsões miseráveis e das regiões periféricas das grandes cidades. Ser um artista marginal é fazer parte orgânica de uma cultura que se impõe como ferramenta de reflexão e criação, de ação individual e resultado coletivo. O artista marginal da atualidade brasileira fornece a carne e o osso à representação ideal do marginal das décadas passadas”, conclui Frederico Coelho.

Planeje no seu ritmo

Quanto tempo leva para ler Eu, Brasileiro, Confesso Minha Culpa e Meu Pecado?

Esta edição tem 336 páginas. Escolha uma meta diária possível e ajuste o plano conforme a leitura avançar.

Ritmo tranquilo

34 dias

10 páginas por dia

Ritmo constante

17 dias

20 páginas por dia

Ritmo intenso

12 dias

30 páginas por dia

Detalhes do livro

Título
Eu, Brasileiro, Confesso Minha Culpa e Meu Pecado
Autor
Frederico Oliveira Coelho
Editora
Civilizaçao Brasileira
Ano
2010
Páginas
336 páginas
Idioma
PT
ISBN-13
9788520009383
Edição
1ª Edição - 2010
Formato
Brochura

História e Geografia

Livros na mesma categoria

Sua vida de leitura

A leitura de Eu, Brasileiro, Confesso Minha Culpa e Meu Pecado pode continuar na Lireo

A Lireo é uma plataforma para organizar sua estante, registrar páginas e impressões, publicar resenhas e encontrar pessoas que estão lendo os mesmos livros.

Blog Lireo

Dicas e recomendações para leitores

Soluções institucionais

Para escolas, universidades, autores e editoras