Como montar e cumprir sua meta de leitura anual
Uma meta de leitura bem definida aumenta drasticamente a chance de você ler mais. Aprenda a calcular uma meta realista, como acompanhá-la e o que fazer quando ficar para trás.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Baseado em vinte anos de pesquisa em arquivos brasileiros, europeus e norte-americanos, este livro é a primeira tentativa rigorosa de se entender a grandeza e a tragédia do movimento comunista no Brasil e na América Latina, no contexto dos desenvolvimentos internacionais e em relação à tortuosa história da Internacional Comunista. Paulo Sérgio Pinheiro realiza um exame em profundidade do complexo encontro entre o tenentismo e o stalinismo que tanto marcou a história do Partido Comunista no Brasil. A pobreza das formulações, o poder das analogias e das teorias errôneas também recebem a análise rigorosa que merecem. Outra contribuição original e importante é a descrição detalhada da feroz e constante repressão que o Estado dedicou no período a uma parte significativa da sociedade - uma política que não se restringiu aos dissidentes políticos, mas abrangeu de forma geral as chamadas classes perigosas. O campo de extermínio mantido em Clevelândia foi apenas o aspecto mais dramático de uma política sistemática de violência do Estado. O livro termina com uma nova interpretação da insurreição de 1935, entendida como o ponto culminante de uma estratégia compartilhada pela Internacional Comunista e alguns militantes brasileiros. As ilusões envolvidas neste incidente quase incompreensível são objeto de profunda e pioneira reflexão.
Outros livros de Paulo Sergio Pinheiro
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
Uma meta de leitura bem definida aumenta drasticamente a chance de você ler mais. Aprenda a calcular uma meta realista, como acompanhá-la e o que fazer quando ficar para trás.
Para combater o racismo, é preciso primeiro entendê-lo. Uma seleção de obras que revelam como o racismo estrutural moldou, e continua moldando, a sociedade brasileira.
O aluno que lê por obrigação raramente vira leitor. Mas há formas de apresentar a leitura escolar que mudam essa equação. Veja o que a pesquisa diz e como professores estão fazendo diferente.
Para escolas, universidades, autores e editoras