Como criar um ambiente de leitura em casa que convide (em vez de afastar)
Ambiente importa tanto quanto disciplina para criar o hábito de leitura. Pequenas mudanças no espaço físico aumentam drasticamente o tempo que você passa com livros nas mãos.
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Este livro é resultado de mais de trinta anos de vivências musicais e leituras sobre a canção popular brasileira. Nele o compositor e pesquisador Henry Burnett procura aproximar a audição desse vasto material musical da crítica estética e filosófica. Uma tarefa ambiciosa, mas desprovida de qualquer pretensão de esgotamento ou conclusão normativa sobre o tema. O nascimento da tragédia de Nietzsche é seu ponto de partida, embora não haja um ponto de chegada, da mesma forma que não há uma última canção. Recuperando algumas linhas do Modernismo de 1922, passando pelas críticas de Roberto Schwarz, José Miguel Wisnik, Caetano Veloso, Lorenzo Mammì, entre outros teóricos e compositores, este livro arrisca-se sobre o terreno movediço da cultura brasileira e seus paradoxos. Defendido como tese de livre-docência na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em 2018, de várias maneiras este Espelho musical do mundo é um convite para que ouçamos “novamente pela primeira vez” – como disse Nietzsche sobre a Carmen de Bizet – as canções que formam nosso gigantesco acervo, sem desconsiderar o comum, o canônico e o inaudito.
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