Será que só o aluno tem papel no desenvolvimento da própria inteligência? Saiba o que os professores podem fazer para ajudar seus estudantes.
Ao longo da vida profissional, quantas vezes um professor não se depara com um ótimo aluno... mas péssimo estudante? O sistema escolar muitas vezes tende a valorizar aquele que decora conteúdo para tirar uma boa nota, e não necessariamente aquele que aprende de verdade.
Em
Ensinando inteligência
, baseado em mais de cinquenta anos de experiência em sala de aula e mais de 100 mil alunos preparados para as melhores carreiras universitárias, o professor Pier apresenta a seus colegas de profissão as inovadoras técnicas das neurociências para estimular de forma eficiente o cérebro de seus alunos, transformando-os, finalmente, em
estudantes
.
Sobre Pierluigi
PIERLUIGI PIAZZI, ou o PROFESSOR PIER, como era chamado por seus alunos, nasceu na Itália em 1943, bem no meio da Segunda Guerra Mundial, e chegou ao Brasil em 1954. Durante sua vida, trabalhou como garçom, confeiteiro, motorista de caminhão, topógrafo, tratorista e químico, até finalmente seguir sua vocação: começou a dar aulas de Física em cursinhos pré-vestibulares, onde preparou mais de 100 mil alunos. Também lecionou as disciplinas de Inteligência Artificial e Configuração de Redes Neurais para alunos de Engenharia da Computação. Por mais de dez anos, viajou pelo Brasil visitando centenas de escolas, onde ministrava palestras para alunos, pais, professores e coordenadores. Formado em Física pela Universidade de São Paulo, o professor Pier também foi, durante mais de trinta anos, membro da Mensa, uma organização Internacional que se dedica, conforme consta em seu estatuto, a “identificar e cultivar a inteligência humana para o benefício da humanidade, proporcionar um ambiente social e intelectualmente estimulante para seus membros e encorajar pesquisas sobre a natureza, características e usos da inteligência”. Faleceu em março de 2015, aos 72 anos.