Mangás e graphic novels: por onde começar e por que ler
Quadrinhos não são "coisa de criança". Mangás e graphic novels estão entre as formas narrativas mais inovadoras do século. Um guia para quem quer entrar nesse universo.
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Neste Ensaio, Handke explora a serenidade do cansaço. Esse estado com o qual todos nós temos nos relacionado, e normalmente visto como algo negativo, se tornará um diálogo narrativo do autor consigo mesmo, uma experiência de vida universalizante a partir de formas e imagens que dele emanam e que o transformam numa premissa fundamental de uma vida poética: “O que o cansaço inspira diz menos sobre o que é para se fazer do que aquilo que pode ser deixado para trás.”
PETER HANDKE, nascido em 1942, é austríaco de mãe eslovena, e vive hoje em Chaville, nos arredores de Paris. Está entre os mais importantes escritores e dramaturgos de língua alemã. Exímio estilista da linguagem literária, recria sem cessar sua escrita e se recoloca sempre como autor. Foi agraciado com o Prêmio Nobel de Literatura de 2019. Handke publicou dezenas de obras, entre elas várias que marcaram época, como a peça Kaspar (1968), as novelas ensaísticas Tarde de um escritor (1987), Ensaio sobre o cansaço (1989) e Ensaio sobre a jukebox (1990), e os romances A mulher canhota (1976), Meu ano na baía de ninguém (1994) Numa noite escura, deixei minha casa silenciosa (1997) e A noite moraviana (2008). Mantém uma duradoura parceria com o cineasta Wim Wenders, com quem assinou os roteiros de O medo do goleiro ante o pênalti (1972) e Asas do desejo (1987). Dirigiu ele mesmo uma versão cinematográfica de A mulher canhota.
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