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Psicologia e Psicanálise

Correndo o Risco da Topologia e da Poesia

Expandir a PsicanáLise

1ª Edição - 2025448 páginasBlucherpt
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Sinopse

Lacan correu o risco da topologia desde o início. A partir de 1953, basta ver seus Escritos em que ele relaciona a estrutura da fala ao toro. Sem correr esse risco, ele não teria conseguido inventar nem o objeto a nem o real borromeano. Ele também correu o risco da poesia. Desde 1933, ao publicar “Hiatus irrationalis”, soneto diretamente inspirado por sua leitura da tese que Koyré acabara de lhe dedicar, da mística de Jacob Böehme, e na qual flui a torrente do gozo feminino. Para que serve a topologia borromeana? Serve para cingir o furo, o verdadeiro, seus pontos de entrave e rangidos (portanto, de gozo). Esse verdadeiro furo da estrutura é o que a poesia tenta não voltar a tapar. “A poesia não mais se impõe, ela se expõe”, escreve Paul Celan. A psicanálise também. Extrair algumas consequências clínicas e estruturais dessa escrita do real borromeano que Lacan inventou é o que tenta fazer este livro, que reúne uma seleção de trabalhos e apresentações do autor nestes últimos dez anos.   Michel BousseyrouxExcerto adaptado do Preâmbulo***Prefácios de Albert Nguyên (edição francesa)e Conrado Ramos (edição brasileira)

Detalhes do livro

Título
Correndo o Risco da Topologia e da Poesia
Autor
Michel Bousseyroux
Editora
Blucher
Ano
2026
Páginas
448 páginas
Idioma
PT
ISBN-13
9788521224730
Edição
1ª Edição - 2025
Formato
Brochura

Psicologia e Psicanálise

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