16 de junho de 2025 · Lireo Blog
Alguns leitores tratam livros como relíquias intocáveis. Outros os marcam do início ao fim. Descubra qual abordagem maximiza o aprendizado e como criar um sistema de notas que realmente funciona.
Há dois tipos de leitores: os que jamais riscariam um livro e os que sublinham metade das páginas. Qual dos dois está errado? Nenhum — mas há formas mais eficientes de fazer anotações.
A ciência cognitiva é clara: processar informação de duas formas (ler + escrever) aumenta significativamente a retenção. Quando você sublinha ou anota, força o cérebro a avaliar ativamente o que é importante — em vez de absorver passivamente.
Sublinhar demais é tão inútil quanto não sublinhar. Se metade da página está marcada, nada está marcado. O objetivo é destacar o que é realmente excepcional — não o que é interessante.
Notas nas margens têm a vantagem de ficarem contextualizadas com o texto. Um caderno separado (ou app de notas) tem a vantagem de ser pesquisável e consolidado. O ideal é usar ambos: margem para reações imediatas, caderno para sínteses.
Reserve 15 minutos após terminar um livro para rever seus sublinhados e escrever 3 a 5 pontos principais. Esse ritual de revisão é o que transforma leituras em conhecimento permanente.
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