Poesia para quem nunca entendeu poesia: um guia sem pretensão
A maioria das pessoas acha que não entende poesia. Mas poesia não precisa ser entendida como uma equação, precisa ser sentida. Um guia honesto para quem quer dar uma chance ao gênero.
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Um homem solitário e seu cão, um escritor e uma mulher-a-dias e a humanidade desaparecida, são alguns dos personagens que ganham vida em “Como um cão que sonha a noite só”, de Dércio Braúna. Neste segundo livro, o autor reafirma a singularidade da sua escrita erudita, marcada por uma voz poética sutil e cortante. Através do fio invisível da imaginação, os contos de Dércio Braúna expõem os sonhos, tristezas e resignações de vidas que lutam contra a sua finitude, ou, em última instância, contra a solidão de existir.
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